O que a família anotou em 1972, o que ela vê hoje e as árvores do caminho.
O Bisnau ainda não tem um levantamento científico de mamíferos, cobras e plantas, como tem o das aves. Por isso, esta página separa com cuidado o que é lembrança da família, com o selo Relato, do que tem registro.
Memória
Na lista de 1972
Relato Em 22 de fevereiro de 1972, o Sr. José Ávila Thomé anotou à mão 100 bichos que via na fazenda. É registro de memória, com nomes populares, não um levantamento científico: mostra o que ele via naquela época, não o que existe hoje.
Mamíferos
Onça-parda, onça-pintada, gato-do-mato, anta, catitu, queixada, lobo, raposa, tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim, quati, paca, cutia, tatu-canastra, gambá, ouriço, lontra, veado-mateiro e veado-catingueiro.
Cobras
Cascavel, caninana, coral, jararaca, caiçara, cotiara, jiboia e sucuri.
Fonte: lista original de 22/02/1972, acervo da família Thomé
Hoje
O que a família vê
Relato Quem mora aqui conta que os bugios, que a família também chama de guariba, vivem nas matas grandes, que perto dos Poços Verdes os macacos-prego quebram castanha, e que de vez em quando aparece a águia-de-penacho, como a família chama uma grande ave de rapina com crista.


As árvores do caminho
Relato No caminho do Sítio Arqueológico há jatobás, e na entrada da fazenda florescem ipês das três cores, além de ipês gigantes.
Se encontrar um bicho
- DistânciaObserve e fotografe de longe, sem chegar perto.
- Sem comidaNão alimente: comida de gente faz mal aos animais.
- Cobra no caminhoNão mexa, deixe o bicho seguir e avise a recepção.
- Ninhos e tocasNunca mexa em ninho, toca ou filhote.
Veja também as aves do Bisnau e a natureza do Bisnau.
Informações atualizadas em outubro de 2026.


