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Bisnau Ecoturismo
A casa antiga da sede do Bisnau

Foto: acervo da família Thomé

História

Linha do tempo do Bisnau

Das gravuras na pedra ao Bisnau de hoje, com a fonte de cada marco.

Das gravuras de milhares de anos ao Bisnau de hoje, marco a marco.

Cada marco traz um selo: Fato é o que tem registro e fonte; Hipótese é o que um estudo propõe; Relato é o que a família conta. Abaixo de cada um, a fonte.

Marco a marco

  1. Milhares de anos atrásFato

    Povos antigos gravam o lajedo de arenito. A idade ainda divide os estudos: a ficha do sítio fala em 9.500 a 12.000 anos, e outros trabalhos dão faixas diferentes.

    Fonte: ficha do sítio e Pesquisas no Bisnau

  2. Anos 1730Relato

    Abre-se a Estrada Colonial do Planalto Central, também chamada de Estrada do Sal. Segundo a família, 2 km do caminho até o sítio fazem parte dela, a Picada do Sal.

    Fontes: Câmara dos Deputados; a família Thomé

  3. 1942Relato

    José Ávila Thomé, de Cordeiro (RJ), compra a fazenda, também por causa das gravuras, e cerca o lajedo para o gado não entrar.

    Fonte: a família Thomé

  4. 22/02/1972Relato

    Ele anota à mão os 100 bichos que via na fazenda: aves, mamíferos e cobras.

    Fonte: lista original, acervo da família

  5. 1975Fato

    O sítio entra no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos do IPHAN, registrado por Iluska Simonsen e Alfredo Mendonça de Souza. No mesmo ano, a revista Manchete publica uma reportagem sobre as gravuras.

    Fontes: ficha do CNSA, código GO00327; Cunha, UnB (2018)

  6. 1975 a 1982Fato

    O Projeto Bacia do Paranã, da UFG, estuda a região e copia as gravuras em plástico transparente.

    Fonte: Cunha, UnB (2018)

  7. 2015Fato

    A família abre as porteiras para a visitação, e uma dissertação da UnB estuda o turismo no sítio.

    Fontes: a família Thomé; Almeida, UnB (2015)

  8. 2016 e 2017Fato

    O Espeleo Grupo de Brasília explora e descreve a Caverna do Bisnau.

    Fonte: relatórios do EGB

  9. 2017Fato

    Em 19 de maio, pesquisadores da UnB mapeiam o lajedo por drone. Em julho, começa o levantamento das aves, e o IFG Formosa inicia o projeto Iconografia das Tradições.

    Fontes: Cunha, UnB (2018); Cruz e Darosci (2019); IFG Campus Formosa

  10. 2018Hipótese

    A dissertação da UnB propõe que as gravuras se alinham ao céu de milhares de anos atrás.

    Fonte: Cunha, UnB (2018)

  11. 2019Fato

    Saem o artigo da UnB sobre as gravuras e o céu e o artigo do IFG sobre as 136 espécies de aves.

    Fontes: Anuário do Instituto de Geociências da UFRJ; Atualidades Ornitológicas nº 210

  12. 2024Fato

    O IFG Formosa publica um livro gratuito sobre a pesquisa no sítio.

    Fonte: IFG Campus Formosa

Os estudos, com link, estão em Pesquisas no Bisnau, e a história da família em História e ciência.

Informações atualizadas em outubro de 2026.

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